quinta-feira, dezembro 06, 2007

Um escorpião quer atravessar um rio, mas não sabe nadar. Pede ajuda a um sapo. Desconfiado, o sapo recusa-se a carregá-lo nas costas. O escorpião insiste. "Não posso", diz o sapo, "porque tu vais picar-me". "Não sejas burro, se eu te picar, morremos afogados os dois". O argumento faz o sapo ceder. No meio do rio, ao sentir o fogo do veneno nas costas, o sapo, perplexo, ainda tem tempo de perguntar porquê. "Não consegui resistir à minha natureza", explica o escorpião.


Eu também não consigo resistir à minha natureza...

12 comentários:

CAP CRÉUS disse...

Sabes que eu às vezes, bem que tento, mas não dá, a minha natureza é de facto mais forte que eu.
Bjos

oArtista disse...

E é essa natureza que nos distingue dos demais, nos faz únicos e não parte desse rebanho cinzento que nos rodeia...
Um beixu meu

Anónimo disse...

Para o bem e para o mal, não lhe podemos fugir. Mas podemos sempre lutar pelo melhor de nós e, de preferência, sem nos afogarmos ;)

Beijos e bom fim-de-semana,

Pedro José :)

Anónimo disse...

Natureza...veneno...veneno que faz estragos...
Sabias que, muitas vezes, esse veneno que "mata" também serve para curar?
Ainda bem que não resistes à tua natureza! Isso faz de ti quem és! Quem gosta de ti, gosta de ti assim!
beijobom

MIMO-TE disse...

Bem.........!!! Que texto forteeeee!!! :)))

Resistir � natureza ... nunca!!!:)))


Bela forma de nos desejares Feliz Natal!!!! :)))) Mimos

Margarida disse...

Sabes, o meu post que te deixou curiosa e que um dia irás percebê-lo tabém é porque eu também não consigo resistir à minha natureza!
Beijinhos

Oliver Pickwick disse...

Por outro lado, SF, eu não consigo resistir aos seus textos curtos, leves e sempre repletos de conteúdos agradáveis. É da minha natureza.
Um beijo, e tenha um "irresistível" fim de semana!

OLHAR VAGABUNDO disse...

já conhecia essa historia...:)
sim...serias uma vilacondense:)
beijo vagabundo

Anónimo disse...

Oi.
Vim buscar o chá e o crepe...
Não, não voltámos ao Quadro...aquele foi o último post, o último grito para alguém a quem o quadro era dedicado...agora restam as telas e pincéis, a companhia da saudade e as recordações amargas.
Um beixu carinhoso...e espero pelo chá e pelos crepes...;-)

Titá disse...

Esta fábula é muito conhecida e desde sempre a usei para justificar muito das coisas que acontecem e que faço. No entanto creio, que não devemos nunca fugir à nossa própria natureza, aceitando-a, mas devemos procurar sempre o melhor desta.

Gostei de vir aqui
Um beijo e um bom dia

João Filipe Ferreira disse...

um texto forte e profundo...adorei:)
voltarei:)

Anónimo disse...

a minha natureza é chatear os outros,não consigo resistir aahhahahahah beijos do pinoquio