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Ás vezes gostava de ter a memória de um peixinho dourado de aquário… as lembranças nunca deixariam que os meus dias perdessem a cor. A acontecer, a tristeza nunca viria na sequência de coisa nenhuma e, num instante, se dissiparia. Renasceria a cada 3 segundos...
Para o peixinho dourado não há desgraças, apesar da vida se resumir às voltas e voltas num globo de vidro, não há tonturas nem monotonia e a rotina é uma permanente mudança, uma constante novidade.
Há quem leve a vida como um peixinho dourado... e faz muito bem, sim senhor!
Raios partam a minha memória de elefante… e viva o peixinho dourado!!!